RELATOS DE EXPERIÊNCIA EM FARMACOTERAPIA HOSPITALAR: OTIMIZANDO A RELAÇÃO MÉDICO- PACIENTE E O DESENVOLVIMENTO PRÁTICO DO ACADÊMICO DE MEDICINA
Palavras-chave:
Experiência direta, Manipulação de materiais, Segurança do pacienteResumo
Os erros de medicação são responsáveis por milhares de mortes anuais no Brasil, tornando-se um desafio relevante para a segurança do paciente. Nesse contexto, a inserção precoce dos acadêmicos de Medicina em práticas hospitalares representa oportunidade de consolidar competências técnicas e humanísticas. O objetivo do estudo é relatar a experiência de discentes do 2° período de Medicina da UniEvangélica em práticas de farmacoterapia hospitalar, destacando contribuições para a formação profissional e para a promoção da segurança do paciente .A metodologia empregada é descritiva sobre as atividades que foram antecedidas por aulas em laboratório de habilidades médicas, abordando diferentes vias de administração de medicamentos, protocolos assistenciais e uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Os alunos atuaram sob supervisão em dois cenários: enfermaria da Santa Casa de Misericórdia de Anápolis e Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Evangélico Goiano, no período de maio de 2025. Na enfermaria e UTI, houve contato com medicações por via oral, intramuscular, subcutânea e testes de glicemia. Os resultados demonstram que a experiência prática vivenciada pelos estudantes é essencial para comunicação humanizada com os pacientes, fortalecendo a relação médico-paciente e reduzindo riscos de eventos adversos. O que permitiu vivenciar a aplicação prática da legislação vigente sobre segurança do paciente (RDC nº 36/2013). A pesquisa conclui que a vivência hospitalar contribuiu para o desenvolvimento de habilidades técnicas, comunicacionais e éticas, promovendo integração entre teoria e prática demonstrando-se fundamental para a formação médica integral e para a valorização da segurança do paciente.
Referências
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