EDUCAÇÃO AMBIENTAL A CÉU ABERTO: O POTENCIAL DO ENTORNO ESCOLAR COMO ESPAÇO PEDAGÓGICO SUSTENTÁVEL

Autores

Palavras-chave:

educação ambiental, espaço escolar, Goianésia, mapeamento socioambiental

Resumo

As áreas verdes urbanas desempenham funções essenciais para a regulação ambiental e para a promoção de práticas educativas. No contexto escolar, esses espaços podem ser utilizados como ambientes de aprendizagem ao ar livre, favorecendo a interdisciplinaridade e a sensibilização socioambiental. Este trabalho teve como objetivo realizar uma avaliação diagnóstica de uma área verde localizada no bairro Jardim Esperança, em Goianésia/GO, com potencial para o desenvolvimento de atividades de Educação Ambiental (EA). Para isso, foram utilizados dados secundários provenientes de imagens de satélite (Google Earth Pro, Sentinel-2 e Landsat 8), além de informações socioeconômicas e educacionais disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Os resultados parciais indicam que a área conhecida como Morro “Mirante da Cruz”, demarcada no plano diretor como Zona de Proteção Ambiental, encontra-se próxima a quatro instituições de ensino, reunindo cerca de mil estudantes potenciais usuários do espaço. Constatou-se que a área possui vocação para ser transformada em um laboratório vivo de práticas de EA, embora ainda sejam necessárias análises in loco para caracterização da vegetação, infraestrutura e acessibilidade. Conclui-se que a integração do entorno escolar a projetos pedagógicos pode ampliar a compreensão dos estudantes sobre conservação e sustentabilidade, além de fortalecer a relação entre escola, território e comunidade.

Referências

BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: Brasília, 1997. 126 p.

BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 28 abr. 1999.

PIVETTA, K. F. L.; SILVA FILHO, D. F. Arborização Urbana. Jaboticabal: UNESP, 2002.

MELO, Gutemberg de Pádua Educação ambiental para professores e outros agentes multiplicadores/ Gutemberg de Pádua Melo – João Pessoa: Superintendência do IBAMA na Paraíba, 2007.

IBGE. Censo Demográfico 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/go/goianesia.html Acessado em 15 ago 2025

IBGE. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/goianesia/panorama Acessado em 15 ago 2025

Downloads

Publicado

2026-01-27

Como Citar

Miclos, R. J. F., Silva, E. J. A. da, Alves , B. A. N., & Kamiya , A. C. (2026). EDUCAÇÃO AMBIENTAL A CÉU ABERTO: O POTENCIAL DO ENTORNO ESCOLAR COMO ESPAÇO PEDAGÓGICO SUSTENTÁVEL. CIPEEX. Recuperado de https://anais.unievangelica.edu.br/index.php/CIPEEX/article/view/15355

Edição

Seção

RESUMO EXPANDIDO "CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E HUMANAS" - acadêmico/público geral - 2025