ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO E DA PREVALÊNCIA DE CLASSES MEDICAMENTOSAS POR ESTUDANTES DAS ÁREAS DE SAÚDE, HUMANAS E EXATAS EM UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR DE ANÁPOLIS-GOIÁS

Autores

  • Laís Diniz Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Alexandre Bento Vasconcelos Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Isadora Arantes Araujo Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Michele Guimarães Campos Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Rodrigo Elias Souza Pinto Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Cristiane Teixeira Vilhena Bernardes Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA

Palavras-chave:

Medicamentos, Automedicação, Estudantes, Goiás

Resumo

Estudantes universitários enfrentam muitas demandas acadêmicas e estresse, o que favorece o uso de medicamentos por meio da automedicação, principalmente, para aliviar sintomas físicos e mentais. Essa prática, comum nas áreas da Saúde, Humanas e Exatas, pode gerar dependência, interações medicamentosas e comprometimento da saúde e do desempenho acadêmico, sendo influenciada por fatores educacionais, familiares, sociais, legais e pela disponibilidade de fármacos. O uso de psicoestimulantes, como metilfenidato e modafinil, visa aumentar concentração e alerta, porém apresenta riscos significativos quando não prescrito. Como objetivos temos: traçar a finalidade da utilização dos medicamentos, analisar a relação entre o desempenho estudantil e a utilização de medicamentos estimulantes e verificar as reações adversas mais prevalentes dos medicamentos utilizados pelos estudantes. Este é um estudo observacional analítico transversal que analisou 455 estudantes da UniEVANGÉLICA (campus Anápolis) de cursos com maior número de discentes em cada área, sendo que os dados foram coletados por questionário online e analisados via teste qui-quadrado (p<0,05). O artigo teve como resultados um maior uso de medicamentos prescritos para ansiedade, depressão e concentração na Saúde, e alta automedicação para cefaleia e sintomas gripais. Cursos com maior carga cognitiva apresentaram mais uso para concentração e manejo da ansiedade, sugerindo influência da pressão social e familiar. Reações adversas incluíram tentativa de autoextermínio, estresse, sonolência, cefaleia, insônia, vertigem, tremor, agitação e alterações gastrointestinais e cardiovasculares. Os achados evidenciam a necessidade de políticas institucionais voltadas à prevenção, orientação e acompanhamento psicossocial, visando reduzir os impactos negativos do uso inadequado de medicamentos no contexto acadêmico.

Referências

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Publicado

2026-01-27

Como Citar

Diniz, L., Vasconcelos, A. B., Araujo, I. A., Campos, M. G., Pinto, R. E. S., & Bernardes, C. T. V. (2026). ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO E DA PREVALÊNCIA DE CLASSES MEDICAMENTOSAS POR ESTUDANTES DAS ÁREAS DE SAÚDE, HUMANAS E EXATAS EM UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR DE ANÁPOLIS-GOIÁS. CIPEEX. Recuperado de https://anais.unievangelica.edu.br/index.php/CIPEEX/article/view/15125

Edição

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