EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA PÉLVICA NO TRATAMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA: REVISÃO NARRATIVA
Palavras-chave:
Incontinência urinária, Fisioterapia pélvica, Qualidade de vida, Saúde da mulherResumo
A incontinência urinária feminina é uma condição prevalente que afeta a qualidade de vida de muitas mulheres, principalmente após o parto, na menopausa e em casos de obesidade. Essa disfunção está frequentemente associada ao enfraquecimento da musculatura do assoalho pélvico, essencial para o controle da bexiga e a manutenção da continência urinária. A fisioterapia pélvica, com ênfase no treinamento dos músculos do assoalho pélvico (PFMT), é reconhecida como uma abordagem eficaz para o tratamento da incontinência urinária. O objetivo deste estudo foi estabelecer por meio das literaturas estudadas quais os melhores recursos fisioterapêuticos a serem utilizados em pacientes do sexo feminino portadoras de incontinência urinária por esforço. O método utilizado foi a revisão da literatura integrativa com abordagem qualitativa. A seleção dos estudos foi realizada por meio de bases de dados científicas consolidadas, tais como PubMed, SciELO e PEDro. O período de busca compreende entre os meses de junho a agosto de 2025. Os resultados mostraram que o PFMT, associado a técnicas complementares, proporcionou uma redução significativa nos sintomas de incontinência urinária. A adesão ao tratamento, juntamente com a personalização da terapia, é crucial para alcançar os melhores resultados. Conclui-se que a fisioterapia pélvica se reafirma como intervenção de primeira linha, segura e acessível, embora ainda demande investigações complementares para otimizar seus resultados.
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