AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE EVANGÉLICA DE GOIÁS

Autores

  • Nathália da Costa Silva Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Giovana Alcantara Tundela Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Isadora Inácio Vilela Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Talita Braga Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Adriane Ferreira de Brito Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA

Palavras-chave:

Saúde Mental, Transtornos Mentais, Estudantes, Sintomas Psíquicos

Resumo

INTRODUÇÃO: Durante a formação acadêmica, estudantes universitários são expostos a fatores estressores, que impactam negativamente a saúde mental, aumentando a probabilidade de sintomas ansiosos e depressivos. OBJETIVO: Investigar a prevalência de sintomas ansiosos e depressivos em acadêmicos de Engenharia Civil da Universidade Evangélica de Goiás. MÉTODOS: Estudo observacional, transversal e descritivo, realizado por meio de questionário online autoaplicável, utilizando a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS) e um instrumento sociodemográfico. RESULTADOS: O perfil acadêmico predominante foi estudantes de 20 a 25 anos (64,4% - 11/17), sexo feminino (78,2% - 13/17), solteiros (93,6% - 16/17) e residentes com os pais (54,5% - 9/17). Cerca de 42,1% (7/17) relataram diagnóstico psiquiátrico, principalmente ansiedade (36,6% - 6/17) e depressão (14,9% - 2/17). Quanto ao tratamento, 58,1% (10/17) não o realizavam, enquanto 35,6% (6/17) faziam uso de psicofármacos, sobretudo sertralina (7,5% - 1/17), visando reduzir sintomas ansiosos e melhorar o desempenho acadêmico. Além disso, 37,9% (6/17) relataram impacto no rendimento escolar e 22,8% (4/17) receberam incentivo para uso sem prescrição. A aplicação da HADS evidenciou sintomas ansiosos, como preocupação frequente (52% - 9/17) e depressivos, como anedonia e desmotivação (38,1% - 6/17). CONCLUSÃO: Observou-se prevalência significativa de ansiedade e depressão, associadas ao uso frequente e, por vezes, inadequado de psicofármacos. Apesar da limitação amostral, os achados reforçam a necessidade de estratégias institucionais de promoção, prevenção e apoio em saúde mental no ensino superior. 

Referências

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Silva RF, et al. Psychotropic drug use among medical students: prevalence and associated factors. J Bras Psiquiatr. 2022;71(3):185-92.

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Publicado

2026-01-27

Como Citar

Silva, N. da C., Tundela, G. A., Vilela, I. I., Braga, T., & de Brito, A. F. (2026). AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE EVANGÉLICA DE GOIÁS . CIPEEX. Recuperado de https://anais.unievangelica.edu.br/index.php/CIPEEX/article/view/14409

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