COMPARAR IDADE, SEXO E COMORBIDADES DOS PACIENTES COM SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS DURANTE E APÓS O FIM DA EMERGENCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA NACIONAL PELA COVID-19
Palavras-chave:
Antibacterianos, COVID-19, SARS-COV-2, FarmacorresistênciaResumo
Introdução: A pandemia de SARS-CoV-2 iniciou-se em 2020 e foi responsável por uma crise sanitária de infecção, acometendo principalmente o sistema respiratório humano. Nesse sentido, por se tratar de uma situação excepcional, com pouco conhecimento terapêutico, medidas empíricas foram realizadas. Dentre os protocolos utilizados experimentalmente destaca-se o uso de antibióticos que, apesar de demonstrarem resultados promissores in vitro, não obtiveram comprovação de efeito antiviral. Além disso, o uso indiscriminado dessa medida terapêutica pode acarretar em aumento da resistência bacteriana. Objetivo: Comparar idade, sexo e comorbidades dos pacientes com síndromes respiratórias durante e após o fim da ESPIN pela COVID-19. Método: Trata-se de um estudo descritivo de caráter retrospectivo, via coleta de informações acerca do tratamento medicamentoso obtido pelos prontuários dos pacientes internados no Hospital Evangélico Goiano com suspeita de síndrome respiratória. Resultados: Observou-se estabilidade em relação ao sexo (61,6% mulheres no período pandêmico e 50% em cada sexo no pós-pandêmico), faixa etária de 18 a 59 anos (72,0% na pandemia e 64,29% no pós-pandemia) e comorbidades (71,2% sem comorbidades na pandemia e 73,81% no pós-pandemia). Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos para essas variáveis. Conclusão: Em suma, a transição no cenário de doenças respiratórias não resultou em alterações na demografia dos pacientes ou na abordagem terapêutica, mantendo o uso racional de antibióticos.
Referências
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