AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE E PERFIL FARMACOLÓGICO EM ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE EVANGÉLICA DE GOIÁS

Autores

  • Maria Isadora Rodrigues de Brito Universidade Evangélica de Goiás- UniEVANGÉLICA
  • Maria Júlia Ceribelli Bozzolan de Lima Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Mellk David Oliveira Almeida Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Pedro Henrique Ricarte Filho Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Raíssa Geovana Moreira Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Saulo Antônio Brito Neto Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Talita Braga Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Adriane Ferreira de Brito Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA

Palavras-chave:

Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), Saúde mental, Psicofármacos

Resumo

INTRODUÇÃO: A saúde mental é essencial para o bem-estar e pode ser comprometida por transtornos de ansiedade. Estudantes universitários, especialmente da área da saúde, estão mais suscetíveis ao desenvolvimento desses transtornos, o que pode levar ao uso de psicotrópicos como forma de enfrentamento. OBJETIVO: Avaliar a prevalência do transtorno de ansiedade e os métodos de tratamento utilizados pelos acadêmicos do curso de Odontologia. MÉTODOS: Estudo transversal (maio-jun/2025), observacional, descritivo, realizado entre maio e junho de 2025. Os dados foram coletados por questionário on-line contendo variáveis sociodemográficas e a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS). RESULTADOS: Pela HADS-A, 50,0% (25/50) apresentaram ansiedade provável, 28,0% (14/50) possível e 22,0% (11/50) improvável. Para a HADS-D, 14,0% (7/50) provável depressão, 50,0% (25/50) possível e 36,0% (18/50) improvável. Metade dos participantes relatou uso de psicofármacos (25/50), com predomínio de Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina — sertralina 32,0% (8/25), escitalopram 20,0% (5/25), fluoxetina 12,0% (3/25). Entre os que referiram intervenções não farmacológicas (n=25), psicoterapia foi a mais citada (40,0%), seguida de produtos naturais (36,0%), atividade física (12,0%) e meditação (12,0%). O desempenho acadêmico foi autorrelatado como bom por 48,0% (24/50), regular por 32,0% (16/50) e ótimo por 20,0% (10/50). CONCLUSÃO: Observou-se elevada frequência de sintomas ansiosos e uso expressivo de ISRS e psicoterapia. Recomenda-se fortalecer ações institucionais de rastreio, suporte psicossocial e acompanhamento farmacoterapêutico, considerando as limitações do delineamento e da amostra.

Referências

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PEREIRA, Mara Dantas et al. Associação da ansiedade e uso de ansiolíticos entre estudantes universitários da área da saúde. 2022.

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Publicado

2026-01-27

Como Citar

Brito, M. I. R. de, Lima, M. J. C. B. de, Almeida, M. D. O., Ricarte Filho, P. H., Moreira, R. G., Brito Neto, S. A., … Brito, A. F. de. (2026). AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE E PERFIL FARMACOLÓGICO EM ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE EVANGÉLICA DE GOIÁS. CIPEEX. Recuperado de https://anais.unievangelica.edu.br/index.php/CIPEEX/article/view/14482

Edição

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