INFLUÊNCIA DA DIMENSÃO VERTICAL DE OCLUSÃO E DAS RELAÇÕES OCLUSAIS NA ESTÉTICA FACIAL

Autores

  • Aline Silva de Jesus UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia
  • Ana Luísa Santos Pinheiro UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia
  • Giovanna Araújo Machado UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia
  • Kamilly Victória Andrade Souza UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia
  • Sabrina Jeniffer Monteiro Miranda UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia
  • Cliscia Cardoso dos Santos Freire UNIEGO - Centro Universitário Evangélico de Goianésia

Palavras-chave:

Dimensão Vertical, Oclusão Dentária, Reabilitação Bucal, Estética

Resumo

Introdução: A dimensão vertical de oclusão (DVO) corresponde à relação entre maxila e mandíbula quando os dentes estão em contato, desempenhando importante papel na harmonia facial. Alterações decorrentes de desgaste dentário, perda de dentes e colapso oclusal podem comprometer o suporte labial, as proporções faciais e o terço inferior da face, além de interferir na mastigação e fonética. Dessa forma, a avaliação das relações oclusais e da DVO é fundamental para um planejamento reabilitador funcional e estético. Objetivo: Analisar o impacto da perda da dimensão vertical de oclusão, sua aplicabilidade clínica, indicações e limitações, com foco na importância da correta reabilitação das relações oclusais para obtenção da harmonia facial e função mastigatória. Métodos: O estudo caracteriza-se como uma revisão de literatura, desenvolvida por meio de pesquisas no PubMed, SciELO e Google Acadêmico. Foram selecionados estudos relevantes relacionados à dimensão vertical de oclusão, reabilitação oral e estética facial. A análise concentrou-se nas alterações estéticas e funcionais decorrentes da perda da DVO e nos principais métodos empregados na reabilitação oral. Resultados: Os estudos analisados demonstraram que alterações na DVO promovem impacto direto na estética facial e na função mastigatória, sendo frequentemente observados redução do terço inferior da face, comprometimento do suporte labial e alterações fonéticas. Após a reabilitação oral, os pacientes apresentaram melhora estética e funcional significativa. Discussão: Os resultados encontrados reforçam a importância do correto diagnóstico das alterações oclusais durante o planejamento reabilitador e estético. A literatura evidencia que a determinação adequada da DVO contribui para maior previsibilidade clínica, melhor adaptação funcional e equilíbrio facial, evitando tratamentos exclusivamente compensatórios na estética facial. Conclusão: Conclui-se que a perda da dimensão vertical de oclusão pode gerar impactos importantes na função mastigatória e na estética facial, interferindo diretamente na qualidade de vida dos pacientes. Portanto, o diagnóstico adequado e o planejamento reabilitador individualizado são fundamentais para restabelecer a função, a estabilidade oclusal e a harmonia facial.

Publicado

2026-05-15