SOBRE O "ESTADO DA ARTE" EM PUBLICAÇÕES DE PSEUDOESCORPIÕES

  • Surya Macário Rodrigues
  • Everton Tizo Pedroso
Palavras-chave: Pseudoescopiones, Cienciometria, Revistas

Resumo

A biodiversidade não está distribuída uniformemente, nem descrita no planeta. O Brasil é conhecido internacionalmente como um país “megadiverso” com estimativas de riqueza de espécies. Prover dados confiáveis e representativos, que reflitam o estado de conhecimento sobre padrões de distribuição de espécies, gerando respostas objetivas e aplicáveis no tempo em que acontece uma perda de ambientes naturais em um ritmo acelerado é um dos maiores desafios atuais de pesquisa em mapeamento e documentação da biodiversidade. Pesquisas conhecidas como “estado da arte” têm crescido nas últimas décadas, trazendo o desafio de mapear e discutir a produção acadêmica e científica sobre o tema. Os pseudoescorpiões são conhecidos como “falsos escorpiões” e se assemelham aos escorpiões exceto pelo metassoma. A ordem Pseudoscorpiones possui cerca de 3200 espécies distribuídas pelo mundo e podem viver em uma infinidade de condições e ambientes. Existe uma grande lacuna de conhecimento que se estende sobre a história natural cadeias tróficas, história de vida e biologia do grupo. Existem aproximadamente 100 mil espécies descritas de aracnídeos, contudo 80% das espécies são aranhas e ácaro. Para a realização deste estudo foi aplicada metodologia baseada em análise cienciométrica quantitativa. O estudo foi baseado em artigos científicos publicados em várias línguas Os artigos foram compilados a partir da base de dados do ISI Web of Science (Thomson Reuters Scientific), depois triados, resultando em 614 artigos. Da pesquisa, dentre os vários itens salvos, foram analisadas as revistas que publicaram sobre o grupo, dentre o período pesquisado e apontadas as cinco melhores classificadas a nível mundial.

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Publicado
2017-11-16
Seção
Biodiversidade do Cerrado