FREQUÊNCIA DE CHLAMYDIA TRACHOMATIS EM MULHERES ATENDIDAS NA REDE PÚBLICA DA CIDADE DE ANÁPOLIS, GOIÁS

  • Débora Alves Guedes
  • Jéssica Martins Araújo
  • Keili Maria Cardoso de Souza

Resumo

As doenças sexualmente transmissíveis são a segunda enfermidade que mais acomete as mulheres entre 15 e 44 anos
nos países em desenvolvimento (WHO, 2005) A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que ocorram,
anualmente, mais de 90 milhões de casos novos de infecções causadas pela C. trachomatis em todo o mundo (SEADI et
al., 2002).
Na população feminina, a infecção do colo do útero em geral constitui o foco inicial, e por via ascendente pode
comprometer os órgãos genitais internos e mesmo o peritônio pélvico (LINHARES et al., 1991).
Então objetivamos determinar a frequência de casos de infecções causadas por C.trachomatis; verificar a proporção de
mulheres assintomáticas e sintomáticas entre as portadoras da bactéria e determinar os fatores associados à infecção.
Nos serviços públicos brasileiros, são raros os locais oferecendo sistematicamente a pesquisa da Chlamydia. Nos
serviços privados, normalmente só se pesquisa essa infecção em casos sintomáticos ou quando um dos parceiros
sexuais está acometido. Mesmo nessas situações, a pesquisa da C. trachomatis ainda não faz parte da rotina da maioria
dos ginecologistas, urologistas ou médicos que atendem DST, apesar da sua importância e sua possível relação com o
câncer de colo uterino (OLIVEIRA et al., 2008)

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Publicado
2018-08-20
Seção
Exposição de Painéis