DETERMINAÇÃO DA DEMANDA BENTÔNICA EM UM RIO TROPICAL: ESTUDO DE CASO NO RIO DOS BOIS, NAZÁRIO - GOIÁS

  • Kamila Teles de Almeida
  • Wanderson Willian Santos
  • Kátia Alcione Kopp
  • Paulo Sérgio Scalize
  • Eduardo Queija de Siqueira
Palavras-chave: Demanda de Oxigênio pelo Sedimento; Demanda Bentônica; Oxigênio Dissolvido; Sedimento; Qualidade das Águas

Resumo

A oxidação da matéria orgânica, demanda bentônica, nitrificação, reaeração
atmosférica e fotossíntese, são alguns dos principais fenômenos relacionados ao
consumo e produção de oxigênio em um corpo hídrico, e de acordo com Sperling (2005)
na autodepuração há um balanço entre estes processos.
A demanda de oxigênio originada a partir dos processos de degradação da
matéria orgânica e diversos outros fatores, associadas ao lodo de fundo, é denominada
demanda de oxigênio pelo sedimento ou demanda bentônica (BOWIE et al., 1985).
A matéria orgânica presente nos esgotos, segundo Sperling (2005), se apresenta
nas formas dissolvida e em suspensão. E ao ser introduzida no corpo hídrico, a matéria
em suspensão (ou particulada) de maiores dimensões tende a sedimentar no corpo
d’água, formando o lodo de fundo. Já a matéria dissolvida (ou solúvel), juntamente com a
matéria suspensa de pequenas dimensões permanece na massa líquida.
Depósitos bentônicos, em qualquer localidade de um sistema aquático são
resultados do transporte e sedimentação de matéria orgânica. Este material pode ser
originado fora do sistema, como é o caso da DBO particulada de efluentes (matéria
alóctone), ou gerada dentro do sistema, representado principalmente pelo crescimento de
plantas (matéria autóctone). E essa matéria orgânica pode exigir uma alta demanda de
oxigênio em algumas circunstâncias (BOWIE et al., 1985).

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Publicado
2018-08-20
Seção
Exposição de Painéis