A PRODUÇÃO DOS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: ENTRE A BIODIVERSIDADE E A TECNOLOGIA

  • Eva Caroline Nunes Rezende
  • Isabela Jubé Wastowski
  • Thiago Alexandre de Oliveira Leite
  • Eumar Evangelista de Menezes Junior
  • Isabella Regina Serra Brito Mesquita
  • Cícero Antônio Mesquita da Silva Brito
Palavras-chave: Transgenia; Legislação Ambiental; Diversidade Biótica; Saúde Humana

Resumo

Os alimentos transgênicos já produziram uma série de discussões ao redor do
mundo e dos tempos; trata-se de uma técnica altamente lucrativa e monopolizadora. Por
outro lado, a diversidade de seres da fauna e flora é deplorada a cada cultivo do
agronegócio, restando apenas o salientar das pesquisas a respeito, quer seja com o
respaldo do Poder Público, ou não. Por fim, evoca-se o consumidor final como – talvez
seja ele próprio – o mais desinformado e afetado, se formos analisar de uma ótica cíclica
entre meio ambiente e meio antropomorfo. Desde o princípio histórico da humanidade, o
ser humano se preocupou em aproveitar, o máximo que pudesse dos recursos naturais,
por meio de métodos e técnicas, cada vez mais avançados.
O homem sempre promoveu o melhoramento genético de plantas, através da
seleção das espécies mais interessantes para o seu consumo. Começando pelo
cruzamento de espécies, ou seja, quando ocorre uma troca de cromossomos (DNA) dos
genes preferíveis para a fusão. No cruzamento natural, por exemplo, ocorre a troca de
todos os genes da planta, tanto os positivos à troca, quanto os que não são. Após um
primeiro momento, haveria o retro cruzamento, ou seja, cruza-se a geração consequente
daquela primeira, com uma geração de espécies iniciais. (REZENDE, 2015 apud. VIEIRA,
2012).

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Publicado
2018-08-20
Seção
Exposição de Painéis