GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS FARMACÊUTICAMENTE ATIVOS PELAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAUDE DA FAMILIA NO MUNICIPIO DE ANAPOLIS/GOIÁS

  • Dienit Veríssimo Rodrigues Pereira
Palavras-chave: Gerenciamento de Resíduos; Resíduos Farceuticamente Ativo; Estratégia de Saúde de Família

Resumo

Atualmente com o aumento significativo da população em ritmo acelerado e com
a ocupação desordenado dos espaços urbanos a produção dos resíduos sólidos acontece
de forma desenfreada (ALVES, 2010). O consumismo e a globalização tem levado a
população a ter mais e pensar menos em como o meio ambiente sofre o impacto direto da
produção de lixo.
A produção do resíduo sólido está inserida no dia a dia da população e não existe
modo de vida que não gere resíduos, sendo que cada indivíduo produz/dia em média 1,02
kg. O Ministério do Meio Ambiente em (2015) levantou que 40%, ou seja, 2215 municípios
brasileiros dispõem de aterramento sanitário para o destino final dos resíduos sólidos.
Dos municípios que declaram possuir planos de gestão integrada de resíduos sólidos
descreveram 42% ou 2323 dos municípios. Para a Organização Pan-Americana de
Saúde, a maioria dos problemas ambientais reflete diretamente na saúde da população, o
contato direto ou indireto com os resíduos pode estar ligado a riscos químicos, biológicos
e físicos (OPAS, 2008).

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Publicado
2018-08-20
Seção
Ecologia de Ambientes Aquáticos e Resíduos Sólidos