UM CASO CLÍNICO DE AGENESIA DENTÁRIA E TRATAMENTO PALIATIVO UTILIZADO PARA CONSERVAÇÃO DE TECIDOS PERIODONTAIS ATÉ A REALIZAÇÃO DO IMPLANTE; RELATO DO CASO

  • LAURA FERNANDES VIEIRA SANTOS CARVALHO
  • MARIA RITA CARVALHO TOSCANO ARAÚJO
  • MAYARA BARBOSA VIANDELLI  MUNDIM PICOLI
  • CAROLINA CINTRA GOMES

Resumo

UM CASO CLÍNICO DE AGENESIA DENTÁRIA E TRATAMENTO PALIATIVO UTILIZADO PARA CONSERVAÇÃO DE TECIDOS PERIODONTAIS ATÉ A REALIZAÇÃO DO IMPLANTE; RELATO DO CASO

 

LAURA FERNANDES VIEIRA SANTOS CARVALHO¹*

MARIA RITA CARVALHO TOSCANO ARAÚJO¹

MAYARA BARBOSA VIANDELLI  MUNDIM PICOLI²

CAROLINA CINTRA GOMES³

 

¹*Acadêmica do Curso de Odontologia do Centro Universitário de Anápolis –UniEVANGÉLICA – Anápolis – GO – BR

² Professora da Área de Orientação Profissional e Diagnóstico do Curso de Odontologia do Centro Universitário de Anápolis - UniEVANGÉLICA – Anápolis - GO – BR

³ Professora da Área de Diagnóstico do Curso de Odontologia do Centro Universitário de Anápolis – UniEVANGÉLICA – Anápolis – GO – BR

 

 

                                               RESUMO SIMPLES

Dentre as anomalias, a agenesia dentária ocorre com maior frequência. Sendo esta a ausência do germe dental, principalmente na região anterior da maxila e nas regiões de pré-molares superior e inferior, geralmente associada ao desenvolvimento embrionário dos dentes. (MOORE et.al.,2018). O intuito desde trabalho é relatar um caso de agenesia de um pré-molar, onde o decíduo encontra-se presente na cavidade bucal com lesão de cárie. Sendo necessário realizar um procedimento restaurador. O objetivo de restaurador esse dente se dá pelo fato de o próprio dente ser o melhor mantenedor de espaço e conservação da estrutura dentária até a realização do implante. A importância desse caso clínico se refere à manutenção de um dente decíduo na cavidade bucal, afim de manter o espaço, a anatomia gengival e o osso de suporte para a futura reabilitação com implante intra-ósseo. Em um paciente de 19 anos foi diagnosticado agenesia do dente 35 e presença de seu antecessor ( dente 75) na cavidade bucal após a realização de exame clínico e radiográfico. Constatou-se também constatado que este apresentava lesão de cárie. Sendo assim, foi necessário eleger-se um tratamento restaurador para restaurar as faces mesial e distal do dente 75. Para isto, optou-se pelo cimento ionômero de vidro fotoativado, pois este apresenta-se como  um material de fácil inserção, que possui liberação flúor e é intrinsicamente adesivo, o que possibilita a proteção da estrutura dentária, sendo este o objetivo principal do tratamento. (FOOKA, 2008)

 

 

 

INTRODUÇÃO

A agenesia dentária é considerada uma das anomalias que ocorre com maior frequência. Sendo esta a ausência do germe dental, principalmente na região anterior da maxila e nas regiões de pré-molares superior e inferior, geralmente associada ao desenvolvimento embrionário dos dentes. (MOORE et.al.,2018).

 

 

OBJETIVO

Relatar um caso de agenesia e o procedimento utilizado para conservação da estrutura dentária do seu antecessor até a realização do implante intra-ósseo.

 

 

DESENVOLVIMENTO

Em um paciente de 19 anos foi diagnosticado agenesia do dente 35 e presença de seu antecessor ( dente 75) na cavidade bucal após a realização de exame clínico e radiográfico. Constatou-se também constatado que este apresentava lesão de cárie. Sendo assim, foi necessário eleger-se um tratamento restaurador para restaurar as faces mesial e distal do dente 75. Para isto, optou-se pelo cimento ionômero de vidro fotoativado, pois este apresenta-se como  um material de fácil inserção, que possui liberação flúor e é intrinsicamente adesivo, o que possibilita a proteção da estrutura dentária, sendo este o objetivo principal do tratamento. (FOOKA, 2008)

 

 

CONCLUSÃO

A importância desse caso clínico se refere à manutenção de um dente decíduo na cavidade bucal, afim de manter o espaço, a anatomia gengival e o osso de suporte para a futura reabilitação com implante intra-ósseo.

 

 

REFERÊNCIAS

 

MOORE, Keith et al. Anatomia Orientada para Clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guarabara Koogan Ltda, 2018. 2.

FOOK A. C. B. M (Paraíba). Universidade Federal de Campina Grande (Ed.). Materiais odontológicos: Cimentos de ionômero de vidro. Revista Eletrônica de Materiais e Processos, Campina Grande, v. 1, n. 3, p.1-6, 02 maio 2008. Disponível em: . Acesso em: 30 mar. 2019.

 

 

Publicado
2019-06-10
Edição
Seção
Resumo