O IMPORTANTE PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA NAS FISSURAS LABIOPALATINAS: RELATO DE CASO

  • Márcio Rogério Torrubia
  • Larissa Santana Arantes Elias Alves

Resumo

O IMPORTANTE PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA NAS FISSURAS LABIOPALATINAS: RELATO DE CASO

* Márcio Rogério Torrubia; ** Larissa Santana Arantes Elias Alves.

* Acadêmico do Curso de Graduação em Odontologia pelo Centro Universitário de Anápolis – UniEvangélica. ** Professora Orientadora no Curso de Graduação em Odontologia pelo Centro Universitário de Anápolis – UniEvangélica.

* marciotorrubia@yahoo.com.br
** larissaodonto2007@hotmail.com

INTRODUÇÃO

                Mediante uma análise sistemática acerca das fissuras labiopalatinas, é correto afirmar que, segundo Antonio Nanci em Histologia Oral (2013), tais complicações ocorrem durante o período de embriogênese entre a quarta e oitava semana de vida intrauterina. Desta forma, as fendas palatinas podem resultar devido a uma falha no fusionamento entre os processos palatinos e o septo nasal ou mediante a uma ruptura após a fusão de estes processos palatinos terem ocorrido.

OBJETIVOS

                Tal estudo tem como finalidade apresentar um relato de caso acerca da fissura labiopalatina com ênfase na atuação do profissional Cirurgião Dentista frente um diagnóstico clínico, tendo em vista que, o profissional, não deve limitar-se apenas ao tratamento odontológico, mas também, deve atuar na reabilitação proporcionando ao paciente saúde e qualidade de vida.

DESENVOLVIMENTO

                Durante o período gestacional, A.C.T., 23 anos de idade, realizou exame morfológico a fim de verificar quaisquer alterações no processo de formação fetal. Por conseguinte, constatou-se que a paciente G.T.F., sexo feminino, obtinha uma fenda labial unilateral superior, sem envolvimento de palato. Logo, aos sete meses de idade, a paciente foi submetida a um procedimento cirúrgico para correção de lábio. Atualmente, aos cinco anos de idade, em consequência da fissura labiopalatina, a criança apresenta uma pequena cicatriz lateralmente à região de sulco subnasal, além de problemas como apinhamento dentário e complicações no desenvolvimento de fonação. Com isso, de acordo com a Odontopediatra envolvida no caso, a criança se submeterá a tratamento ortodôntico para correção de apinhamento dentário, além de tratamentos fonoaudiólogos e procedimento cirúrgico para elevar o ápice do nariz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

                Conclui-se que, o papel do Cirurgião Dentista frente às fissuras labiopalatinas é fundamental, haja vista que, este, deve atuar de forma generalista, não se restringindo apenas ao tratamento odontológico. O profissional da Odontologia deve atentar-se às alterações ocorridas no Sistema Estomatognático, a fim de elaborar um planejamento integrado, o qual esteja pautado na reabilitação clínica geral do paciente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. NANCI, Antonio. Ten Cate histologia oral. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
  2. KUHN, Vivian; MIRANDA, Carla et al. Fissuras Labiopalatais: Revisão de Literatura. Disciplinarum Scientia. Série: Ciências da Saúde; Santa Maria, 2012.
Publicado
2019-06-09
Edição
Seção
Resumo