FRATURA DE MANDÍBULA POR PROJÉTIL DE ARMA DE FOGO (PAF): RELATO DE CASO

  • Raphaela Jyeynyffa Oliveira
  • Jamil Elias Dib
  • Ana Beatriz Teodoro dos Anjos
  • Jessyka Magela Coelho
  • Joaquim Augusto Silva Gomes
  • Mário Serra Ferreira

Resumo

FRATURA DE MANDÍBULA POR PROJÉTIL DE ARMA DE FOGO (PAF): RELATO DE CASO

Raphaela Jyeynyffa Oliveira1; Jamil Elias Dib2; Ana Beatriz Teodoro dos Anjos1; Jessyka Magela Coelho1; Joaquim Augusto Silva Gomes1; Mário Serra Ferreira3

1Discentes do curso de Odontologia do Centro Universitrário de Anápolis UniEVANGÉLICA; 2Cirurgião BucoMaxiloFacial do Hospital de Urgências de Anápolis (HUANA); 3Docente do curso de Odontologia do Centro Universitário de Anápolis UniEVANGÉLICA

RESUMO SIMPLES: As lesões por arma de fogo ainda são consideradas como um problema de saúde pública mundial. O complexo maxilofacial infelizmente tem sido alvo constante desse tipo de agravo, devido ao aumento considerável dos índices de violência, especialmente, em grandes centros urbanos. O objetivo deste trabalho é apresentar um caso sobre fratura de mandíbula por Projétil de arma de fogo (PAF) em um paciente do sexo masculino, leucoderma, 32 anos, atingindo o corpo direito da mandíbula. Após realização dos exames clínicos e radiográficos, verificou-se a presença de fraturas cominutivas e com perda de substância. Estabeleceu-se como tratamento a exploração e debridamento da área atingida, através de fixação interna rígida. Posteriormente, optou-se pelo enxerto de crista ilíaca, bem-sucedido, sem sinais de infecção ou reabsorção. Esses tipos de lesões são capazes de lesionar estruturas vitais nobres como nervos, artérias e veias, além de estruturas ósseas, sendo necessário a participação de uma equipe multidisciplinar para a correta abordagem. O tratamento das fraturas mandibulares por PAF com enxertos autógenos é uma alternativa interessante e promissora para correção de sequelas funcionais, estéticas e psicológicas que subsistem ao longo da vida.

Publicado
2019-05-31
Edição
Seção
Resumo