BIOFERTILIZANTE NA PRODUÇÃO DE RÚCULA

  • Mirian Nomura Universidade do Estado de Minas Gerais; Universidade Federal de Uberlândia
  • Vinicius Paranaíba Gervásio
  • Estevam Matheus Costa Instituto Federal Goiano
  • Vitória Kelly de Lemos Instituto Federal Goiano
  • Matheus Vinícius Abadia Ventura
  • Leandro Spíndola Pereira Instituto Federal Goiano
Palavras-chave: Adubação orgânica, Eruca vesicaria ssp. Sativa., Agricultura orgânica

Resumo

A produção orgânica de hortaliças contribui para a saúde humana e se apresenta como uma atividade lucrativa. Dentre essas hortaliças, a rúcula vem apresentando um alto consumo. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a produção de rúcula cultivada sob aplicação de diferentes concentrações de biofertilizante officina, comparado com adubação química. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados, com 5 tratamentos controle (3 ml L-1, 5 ml L-1, 7 ml L-1 e Adubação química 400kg ha-1 de NPK 20-00-20) e 4 repetições, sendo as parcelas dispostas em canteiros na área experimental da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), localizada em Ituiutaba - MG, no período de 13 de junho de 2018 a 16 de julho de 2018. As variáveis analisadas foram: número de folhas, massa verde, massa seca e altura das plantas. Não houve diferenças entre os tratamentos para o número de folhas. O tratamento que recebeu adubação química (T5) diferenciou-se do tratamento controle (T1) para as variáveis massa verde, massa seca e altura de plantas. Não houve diferenças para as variáveis avaliadas entre os tratamentos que receberam aplicação de biofertilizante (T2, T3, T4). Adubação química proporcionou maior massa seca, não se diferenciando do T3. Conclui-se que nas condições de realização do experimento, que o biofertilizante pode favorecer um bom desenvolvimento das plantas de rúcula cultivadas na referida cidade.

Biografia do Autor

Mirian Nomura, Universidade do Estado de Minas Gerais; Universidade Federal de Uberlândia

Graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Uberlândia (1997) e mestrado em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal de Uberlândia (2001). Doutoranda em Agronomia na Universodade Federal de Uberlândia. Professora na Universidade do Estado de Minas Gerais.

Estevam Matheus Costa, Instituto Federal Goiano

Discente do Programa de Pós Graduação em Ciências Agrárias - Agronomia (nível Mestrado) no Instituto Federal Goiano, Campus Rio Verde; Engenheiro Agrônomo pela Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG; Técnico em Agroindústria pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro - IFTM. Atualmente desenvolve pesquisas na área de Biologia e Manejo de Plantas Daninhas (Matologia), Integração Lavoura Pecuária (ILP) e Produção e Tecnologia de Sementes.

Matheus Vinícius Abadia Ventura

Discente de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias pelo Instituto Federal Goiano campus Rio Verde e de Licenciatura em Matemática pela Faculdade Educacional da Lapa. Mestre em Ciências Agrárias pelo Instituto Federal Goiano campus Rio Verde (2019) e Bacharel em Agronomia pela Faculdade Evangélica de Goianésia (2017). Tem experiência em docência em Matemática no Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio. Tem experiência na área de pesquisa e desenvolvimento em Agronomia, com ênfase em Microbiologia Agrícola, Fertilidade do Solo e Ciência do Solo.

Publicado
2019-06-04
Seção
Microbiologia Agrícola