AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL E RISCO DE QUEDAS RELACIONADAS À HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA EM IDOSOS PARTICIPANTES DO PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA PARA TERCEIRA IDADE

  • Andressa Alves da Silva
  • Graciely Cristina Ferrari
  • Larisse Costa Crispim
  • Ilana de Freitas Pinheiro
  • Viviane Lemos Silva Fernandes
  • Kelly Cristina Borges Tacon

Resumo

No Brasil, a previsão é de que, em 2020, existirão 30,8 milhões de idosos, ou seja, 14,2% de todos os brasileiros, este crescimento exponencial traz consigo problemas que precisam ser melhor investigados1. As quedas são múltiplas e podem ser agrupadas em fatores intrínsecos e extrínsecos. Entre os primeiros, encontram-se as alterações fisiológicas pelas quais o idoso passa condições patológicas e efeitos adversos de medicações; ou uso concomitante de medicamentos. Entre os fatores extrínsecos, destacam-se os perigos ambientais e calçados inadequados 2,3.

Quedas representam problema de saúde pública cujo impacto não tem tido a repercussão pela população acadêmica menos ainda no âmbito de políticas de saúde, sendo tratada como um desdobramento inevitável do envelhecimento.  As consequências e os custos envolvidos com as quedas em idosos são relevantes tanto para o indivíduo, em termos dos traumas físicos e psicológicos, da perda de independência, quanto para os serviços de saúde, em termos de utilização de recursos e ocupação de leitos hospitalares.

Publicado
2019-01-23
Edição
Seção
PIBIC - CNPq