ATIVIDADE ANALGÉSICA DE UM NOVO DERIVADO PIPERAZÍNICO: (3,5-DI-TERT-BUTYL-4-HYDROXYPHENYL) (4-METHYLPIPERAZIN-1-YL) METHANONE

  • Aline Nazareth MARTINS
  • Marly Pereira da SILVA
  • Jose Luís Rodrigues MARTINS

Resumo

Visando manter o equilíbrio homeostático os organismos vivos possuem mecanismos adaptativos para responder a estímulos agressivos, sejam eles: físicos (queimadura, radiação, trauma), biológicos (microorganismo, reações imunológicas) ou químicos (substância caustica). Esta resposta inclui uma série de alterações bioquímicas, fisiológicas e imunológicas coletivamente denominadas inflamação (VOLTARELLI, 1994). O processo inflamatório envolve uma complexa cascata de eventos bioquímicos e celulares, que incluem: extravasamento de fluídos, ativação enzimática, migração celular, liberação de mediadores, sensibilização e ativação de receptores, lise e reparo tecidual (CARVALHO, 1998).

No mercado farmacêutico existem duas grandes classes de fármacos antiinflamatórios: os Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e os Anti-inflamatórios esteroides. Os AINEs são os mais utilizados no tratamento de inflamação e dor inflamatória.          Os AINEs não seletivos, assim como, os coxibes de segunda geração, não estão livres de causar danos gastrointestinais e cardiovasculares graves aos usuários, que resultam de um desequilíbrio nos níveis de eicosanóides (HWANG,. et al, 2013). Desta forma, inúmeros são os trabalhos de pesquisas que buscam sintetizar e avaliar farmacologicamente novas moléculas anti-inflamatórias.

Publicado
2019-01-23
Edição
Seção
PBIC - UniEVANGÉLICA