O paradigma do desemprego frente a economia.

  • SARA MORAES VIEIRA
  • PATRÍCIA NUNES DOS SANTOS
  • WESLEY DE FREITAS
Palavras-chave: Economia, sociedade, empregabilidade, capitalismo

Resumo

1. Introdução
Os índices de desemprego são alarmantes e ocasionam a recessão do progresso nacional, a queda na qualidade de vida, aumenta a mortalidade e produz violência. Sendo assim, se as pessoas não possuem recursos para gastar com suas necessidades e desejos, o comércio não vende e as empresas ficam com seus produtos e serviços sem retorno de demanda, ocasionando prejuízos e mais desempregos. Diante do exposto surge a justificativa do trabalho.
Neste viés, este estudo visará analisar a influência do desemprego na economia e como a qualificação das pessoas e as políticas econômicas adotadas contribuem com esse paradigma.
Logo, este trabalho tem como objetivo averiguar a taxa de desemprego e emprego, entre alunos do curso de direito da FACEG (Faculdade Evangélica de Goianésia), respectivamente as turmas 5º A e 5º B e também pretende alcançar a resposta de como o desemprego interfere na vida social, econômica e política dessas pessoas.
2. Referencial teórico
O setor público encontra dificuldades em adotar políticas públicas de combate ao desemprego. Segundo pensadores como Marx, Kalecki e Keynes quanto mais pessoas trabalhando, mais o trabalhador se torna escasso, ocasionando o aumento de salário, o que não é desejável pelos empresários, pois haveria um aumento nas despesas de produção.
De modo que, o neoliberalismo também dificulta a adoção de políticas contra o desemprego, pois, tem como princípios a não intervenção do Estado na Economia.
3. Metodologia
Os métodos utilizados foram à pesquisa qualitativa e quantitativa. Tendo sido utilizados, referenciais teóricos e pensamentos de estudiosos, além da pesquisa realizada com alunos da FACEG (Faculdade Evangélica de Goianésia), por meio de questionários que visaram à coleta de informações.
4. Resultados e discussões
Entre os 50 questionários respondidos, 22 pessoas estavam desempregadas e 28 empregadas. Somente duas pessoas disseram que não trabalham por vontade própria; todo o restante gostaria de trabalhar, mais por fatores extrínsecos não conseguem.
Desse modo, em relação aos desempregados 45,45% disseram que não trabalham em função da baixa oferta de vagas, 27% pela crise econômica, 9% por falta de experiência, 9% pela saturação do mercado de trabalho e 9% não desejam trabalhar.
Quadro 01: Situação do desemprego na turma de 5A
Resumo da situação de emprego do 5A
Desempregados
22
44%
Empregados
28
56%
Acadêmicos do 5A
50
100%
Fonte: Dados da Pesquisa
Quadro 02: Causa do desemprego segundo os respondentes.
Motivo do desemprego (segundo os sujeitos)
22
100%
Baixa Oferta
10
45%
Crise Econômica
6
27%
Falta Experiência
2
9%
Saturação no mercado
2
9%
Fonte: Dados da pesquisa
5. Conclusões
O desemprego tem sido um fator de preocupação e tem despertado o interesse de pesquisa em muitos estudiosos. Pois, a falta de empregabilidade, afeta diretamente a população em aspectos sociais, políticos, e econômicos.
Logo, existe a importância de se manter as taxas de desemprego baixas. Sendo necessário manter a economia em alta, ou seja, se a pessoa tem emprego, ela consome e mantem a circulação do capital, fazendo com que a economia cresça.

Publicado
2018-05-17