INDIVIDUALISMO MORAL X COLETIVO

INDIVIDUALISMO MORAL X COLETIVO: UM NOVO OLHAR FRENTE À DEMOCRACIA BRASILEIRA

  • Euzeanne Elias de Souza Rodrigues FACEG
  • Euzete Elias de Souza Rodrigues
  • Ana Patrícia Cândida Bastos
  • Marta Karen Goulart Braga
  • Letícia América Teixeira
Palavras-chave: Democracia. Ética. Corrupção.

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo analisar a democracia e a ética na pseudodemocracia brasileira, primando pela liberdade em que os sujeitos são detentores de suas verdades é valores contrapondo com a relação existente à democracia da: dominação, desigualdade, corrupção, perca dos princípios e valores éticos. Tendo como finalidade a reflexão sobre os atos políticos, sociais, culturais, econômicos que constituem e contribuem para com o bem estar social/ou não. A base metodológica encontra-se na pesquisa bibliográfica e qualitativa firmada na hermenêutica no qual os estudos pautam-se no mundo real, pesquisando as experiências democráticas ou pseudodemocráticas no cotidiano da comunidade brasileira. Tendo como base teórica ideias de diferentes pesquisadores em relação ao tema discutido tais como: BOBBIO 2000), CORTELLA (2014), HELSEN (1993). Os estudos sobre a ética na democracia brasileira contemplam a perspectiva de que a corrupção foi se aperfeiçoando ao longo dos séculos culminando no século XXI em um bombardeio contínuo e interrupto de escândalos. Assim medida que a corrupção vem à tona, percebe-se o crescente despertar quanto a direitos, deveres, responsabilidades, participação e consciência nos atos cotidianos, pois a corrupção não esta somente no campo politico, mas em toda esfera social. Compreendendo a ética como o melhor, é indispensável uma reflexão sobre os valores educacionais de base, pois há uma necessidade de rever conceitos e mudar as atitudes provocando uma mudança a partir do ambiente familiar. Os sujeitos sociais devem conscientizar-se que não existe democracia coletiva se esta não começar no individual. Pois peguemos como exemplo uma colheita: para que os frutos sejam obtidos é necessário que antes tenha-se plantado uma árvore. Na medida em que os comportamentos negativos são postos em prática ocorrem à corrupção, ou seja, a ocasião apenas revela a forma que o indivíduo cresce dentro dos padrões sociais, disseminando tais condutas como diz Cortella (2014) a corrupção não é uma obrigatoriedade ela é uma opção, e a nossa liberdade permite a degeneração. Os sujeitos sociais devem conscientizar que não existe moral coletiva, e que é a partir do individualismo moral, mesmo que utópico, os direcionará a uma democracia, compreendida como junção consciente da moral uni transformada em ética múltipla.

Publicado
2018-10-24