ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DO TRABALHO INFANTIL POR IDADE NO BRASIL E O IMPACTO NA SAÚDE

Autores

  • Annah Rachel Graciano
  • Felipe Zibetti Pereira
  • Nathália Ramos Lopes
  • Marina Nahas Dafico Bernades
  • Arthur Soares Lopes
  • Jackson da Silva Pacheco
  • Júlia Maria Rodrigues de Oliveira

Palavras-chave:

Trabalho de Menores, Saúde da Criança, Morbidade

Resumo

Objetiva-se estimar a distribuição do trabalho infantil no Brasil e analisar o impacto na saúde de crianças e adolescentes em atividade laboral subsidiando a formulação de políticas públicas com maior resolutividade. Metodologia: Para o alcance de tal finalidade, foi realizada uma análise de bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando como variáveis as faixas etárias correspondentes a 10 e 17 anos, por grupos de idade segundo as Unidades da Federação em 2010. Análise de estudos primários e secundários cujas variáveis em estudo eram “ trabalho infantil e saúde” . Resultados: Os dados obtidos revelaram que de um total de 27 milhões de indivíduos entre 10 e 17 anos em atividade laboral, 49% tinham entre 10 e 13 anos de idade, seguidos de 25,7% entre 14 e 15 anos. A região com maior índice de trabalho infantil foi a região Sudeste com 38%, seguida de 30% da região Nordeste. Segundo O´Donnell et al.,2002, há diferenças de morbidade entre os jovens que frequentavam a escola e os que não, sendo que essa diferença estaria relacionada ao trabalho infantil de risco. Quanto ao trabalho de risco, agropecuária e indústria foram consideradas as áreas que mais empregam indivíduos em atividade perigosa. Conclui-se que há toda uma conjuntura que leva crianças e adolescentes a se tornarem mais vulneráveis quando colocados em atividades laborais de forma precoce, sendo fundamental a preparação dos profissionais de saúde para atender tal público

Publicado

2015-12-30

Edição

Seção

(UniEVANGÉLICA Anápolis) - Poster