ESTRESSE E COPING EM UNIVERSITÁRIOS EM MOBILIDADE NO BRASIL

  • Natasha Cristina de Oliveira
  • Renata Silva Rosa Tomaz

Resumo

Espíndola (2016) estudou universitários que buscaram experiências em universidades de outros países. Em uma de suas pesquisas a autora abordou variáveis que afetaram de alguma forma a adaptação de universitários em mobilidade internacional, e pôde observar que a vivência de estereótipos podia afetar a transposição destes alunos. Desta forma, é imprescindível que os intercambistas apresentem ou desenvolvam habilidades para enfrentarem as exigências destas adaptações da mobilidade internacional.

O estresse pode ser uma dessas variáveis que influenciam a adaptação dos acadêmicos em mobilidade internacional. Situações vivenciadas na rotina de um curso de graduação podem gerar estresse nos alunos, como a realização de provas, execução de trabalho de conclusão de curso, além de exigências específicas de cada curso. De acordo com Vieira (2010) é importante realizar pesquisas com alunos de graduação por lidar com uma formação muito importante para o futuro profissional. Também ressalta que alguns cursos tendem a adoecer os alunos, como é o caso do curso de Psicologia, principalmente por este estudar assuntos inerentes ao ser humano, como as fraquezas humanas, as crenças e os valores, o que pode gerar confrontos com pensamentos e comportamentos dos alunos. Para isso eles devem lidar com seus julgamentos e às vezes precisam romper paradigmas, ou confrontar suas crenças, o que pode suscitar o adoecimento.

Publicado
2019-01-22