CRIAÇÃO DE UM RECURSO BIOTECNOLÓGICO QUE AUXILIA NO TRATAMENTO DE DOENÇAS OSTEOMUSCULOESQUELÉTICAS

  • Amanda Alves Lopes
  • Amanda Milena Araújo Almeida
  • Brenda Maria de Almeida Maximiano
  • Bruna Vitória Alves Gomes
  • Diego Henrique do Carmo Jayme
  • Layse Tatielle de Carvalho Gonçalves
  • Nathália Cristina Ruiz Zimmer
  • Rúbia Mariano da Silva
  • Kelly Cristina Borges Tacon

Resumo

Introdução: O turbilhão na fisioterapia consiste em um tanque de água, onde há um turbilhamento da água. Normalmente é usado com o intuito de reduzir edemas, melhora amplitude de movimento em articulações, atua no alívio do quadro álgico e melhora circulação.  Objetivo: Confeccionar um mini turbilhão com utilização de materiais alternativos, a serem utilizados no tratamento de alterações osteomusculoesqueléticas distais. Métodos: Foi realizada uma pesquisa com base de dados em artigos científicos sobre o equipamento, contando com o auxílio de um engenheiro civil para obter maiores informações sobre o desenvolvimento do recurso em questão. Para confecção foi utilizado uma caixa com 60 cm de altura, 40 cm de largura e 80 cm de comprimento. O recurso produzido através de um painel isotérmico (são telhas que retém temperatura com encanação toda de ferro). Esta encanação possui duas formas de ser confeccionada, primeiramente a água será aquecida com painéis solares, ou em segundo plano será colocada uma tubulação de ferro, em formato de zigue zague no telhado da casa (serpentina). O sol irá esquentá-la em uma temperatura desejada, caso não haja sol, a água irá passar por essa tubulação indo diretamente para uma caldeira, onde será aquecida na temperatura certa e logo após está será bombeada para o recipiente. Resultados: Se trata de um mini turbilhão pode ser transportado para qualquer lugar, além de ser de baixo custo podendo ser reproduzido para ser utilizado por vários pacientes. Espera-se que o recurso possa ser utilizado não só no controle do quadro álgico, mas também ganho de mobilidade em áreas específicas como articulações do punho, tornozelo e falanges. Conclusão: Portanto, o mini turbilhão será menor e mais prático, assim, facilitando o atendimento do fisioterapeuta em vários lugares.

Publicado
2019-01-08
Seção
XV Mostra Acadêmica do Curso Fisioterapia