BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO NO TRATAMENTO DE MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO: REVISÃO DE LITERATURA

  • Amanda Soares Brandão
  • Ana Maria de Castro
  • Iara Helena Marques Farias
  • Isabela Rosa Cunha
  • Karla Roberta Paz Oliveira
  • Pollyana Duarte Abreu
  • Wêdilla França Santos
  • Daniella Alves Vento
  • Wesley dos Santos Costa
Palavras-chave: Fisioterapia. Incontinência Urinária. Assoalho Pélvico

Resumo

Objetivos: Este trabalho propõe uma revisão de literatura para verificar os benefícios do treinamento da musculatura do assoalho pélvico (TMAP) no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esforço. Pontos Fundamentais: Os autores apresentam a definição de Incontinência Urinária (IU) de acordo com a Internacional Continence Society (ICS) como qualquer perda involuntária de urina. São encontrados três tipos: por esforço, de urgência e mista, que afetam mulheres de todas as idades, aumentando a probabilidade com o envelhecimento devido à baixa função do assoalho pélvico. Foram analisados 332 artigos, dos quais 142 se encaixavam nos critérios: escritos em inglês ou português e ano de publicação de 2005 a 2014. Desses, 122 foram excluídos restando 20 artigos que abordavam o tema proposto, sendo eles: fisioterapia, assoalho pélvico e incontinência urinária de esforço. Os estudos mostraram que o treinamento da musculatura do assoalho pélvico é um tratamento válido e eficiente para o alivio dos sinais e sintomas da incontinência urinária, obtendo-se melhoria na qualidade de vida. Avaliação Crítica: No artigo avaliado são apresentados vários métodos complementares no tratamento da musculatura do assoalho pélvico como a cinesioterapia, cones vaginais, biofeedback, tratamento vesical e acompanhamento fisioterapêutico, além de possuir vários artigos de base para o estudo e comprovação dos resultados obtidos. A maioria das mulheres que fizeram parte do estudo é da faixa etária geriátrica embora a IU afete outras idades e homens. Foi de análise quantitativa, porém, de pequeno alcance. No artigo não são explicados como são aplicados os métodos e nem o motivo do tratamento cirúrgico não ser uma boa opção de tratamento.

Publicado
2019-01-09
Seção
XV Mostra Acadêmica do Curso Fisioterapia