UNIEVANGÉLICA: INCLUSÃO E ACESSIBILIDADES. SOMOS TODOS IGUAIS!

  • Gabriel Bruno Silva
  • Guilherme Santana de Oliveira
  • Karina Marques Morais
  • Larissa Nogueira Silva
  • Letícia Duarte da Silva Santos
  • Márcio Rogério Torrubia
  • Renata Santos Fedato Tobias
  • Roberto Gabriel Carvalhaes Maciel
  • Ismar Nery Neto
  • Gisela de Martins Souza Pina

Resumo

A trajetória das pessoas com qualquer tipo de necessidades especiais, é marcada pela exclusão, pois elas não eram consideradas pertencentes à maioria da sociedade, eram abandonadas, escondidas ou mortas. Com o passar dos anos, desenvolveu-se um novo conceito de prática da inclusão social. O atendimento às pessoas com deficiência no Brasil se deu no século XIX, por causa do interesse de alguns educadores pelo atendimento educacional, inspirados por experiências europeias e norte-americanas. Hoje há muitas leis e decretos implantados que visam garantir os direitos e necessidades das pessoas com deficiência. A lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, lei de contratação de Deficientes nas Empresas.  A lei 8213/91, lei cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais. A Norma Brasileira NBR 9050-1994 adota a seguinte definição de acessibilidade: "Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos". Acessibilidade é o critério que determina se os elementos do ambiente construído podem ser alcançados e utilizados. O objetivo desse trabalho foi por meio de um vídeo, elencar os locais do Centro Universitário UniEVANGÉLICA que possuem acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, bem como demonstrar como as várias parcelas da população que se incluem nos projetos de inclusão social, estão inseridas na instituição. Para tal, o trabalho se empenhou em dois quesitos, atendendo os critérios do evento: V Mostra Cultural: Inclusão e Acessibilidade. Os acadêmicos foram divididos em grupos com o intuito de abordar diferentes parcelas que se inserem na instituição e que se enquadram no perfil de “inclusão”: idosos alunos da UniATI, colaboradores e acadêmicos com  deficiências físicas e necessidades especiais e afro descendentes. E o vídeo foi gravado nos locais da instituição que oferecem “acessibilidade” para necessidades específicas. A proposta do trabalho foi explicada aos participantes no momento do convite e todos que aceitaram participar, foram filmados de maneira Os locais elencados foram, rampas, piso táctil, elevador, Biblioteca e Clínica Odontológica de Ensino e Ginásio de Esportes. Durante o processo de filmagem, os alunos se sentiram contagiados pela temática. Conclui-se que esse projeto permitiu o conhecimento físico da instituição, e a sensibilização do público para os diferentes perfis sociais que estão inseridos no nosso contexto de convivência.

Palavras-Chave: Acessibilidade. Instituição de ensino.  Inclusão.

Publicado
2019-01-10
Seção
V Mostra Cultural do Curso de Odontologia