AVALIAÇÃO NEURO-COGNITIVA DAS CONDIÇÕES DE USO DAS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AUMENTATIVA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL COM DÉFICITS COMUNICACIONAIS

Autores

  • Paulyane Cristine da Silva Oliveira

Palavras-chave:

Avaliação Neuro-Cognitiva, Comunicação Alternativa E Aumentativa, Deficiência Intelectual

Resumo

A comunicação é uma necessidade humana básica e é através dela que os desejos e necessidades individuais são expressos. Uma pessoa impossibilitada de comunicar-se vivencia sentimentos de exclusão. Muitas deficiências têm como uma de suas características os déficits comunicacionais que desencadeiam dificuldades sociais e educacionais. Para minimizar esses prejuízos vários recursos de comunicação alternativa e aumentativa (CAA) vêm sendo desenvolvidos. Porém, quando se trata de pessoas com deficiência intelectual as indicações de tecnologias de comunicação alternativa e aumentativa devem levar em consideração a capacidade cognitiva da pessoa para que ela consiga usufruir adequadamente desses recursos. Portanto, o presente projeto visa avaliar a capacidade cognitiva de pessoas com deficiência intelectual com déficits comunicacionais para a indicação dos recursos de tecnologia em comunicação alternativa e aumentativa. O estudo será realizado por meio de uma pesquisa experimental em laboratório, onde um grupo de pessoas com deficiência intelectual serão avaliados por meio de uma bateria neuropsicológica com o objetivo de identificar o nível neuro-cognitivo para posterior indicação e treino de CAA em laboratório e outro grupo de pessoas com deficiência intelectual não passará por avaliação neuropsicológica, mas será encaminhada para o treino em CAA. Após os treinos serão avaliados a capacidade comunicacional das crianças e será realizada a comparação dos resultados para II Congresso Internacional de Pesquisa, Ensino e Extensão Centro Universitário de Anápolis - UniEVANGÉLICA identificar se a avaliação neuro-cognitiva auxilia no processo de indicação de tecnologias assistivas em CAA. A hipótese levantada é que as pessoas que forem avaliadas neurocognitivamente terão um maior aproveitamento e adaptação aos recursos de CAA que as pessoas não avaliadas

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Publicado

2015-12-30

Edição

Seção

(UniEVANGÉLICA Anápolis) - Comunicação Oral